
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Meditações para maltrapilhos

quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Maltrapilhos
A Boa Nova significa que podemos parar de mentir a nós mesmos. O
doce som da graça admirável nos salva da necessidade do auto-engano.
Ele nos impede de negar que, embora Cristo tenha sido vitorioso, a
batalha contra a lascívia, a cobiça e o orgulho ainda ecoa dentro de nós.
Na condição de pecador redimido, posso reconhecer com qual freqüência
sou insensível, irritável, exasperado e rancoroso com os que me são mais
próximos. Quando vou à igreja, posso deixar meu chapéu branco em casa
e admitir que falhei. Deus não apenas me ama como eu sou, mas também
me conhece como sou. Por causa disso não preciso aplicar maquiagem
espiritual para fazer-me aceitável diante dele. Posso reconhecer a posse
de minha miséria, impotência e carência.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Jesus: centro

sábado, 19 de abril de 2008
Meus eventos espirituais
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Em Cristo ou Impostor?
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Distrações
Para verificar onde você realmente está com o Senhor, recorde o que o entristeceu no último mês. Foi a consciência de que você não ama Jesus o suficiente? De que você não buscou a sua face em oração com a freqüência necessária? De que você não se importou com sua pessoa o bastante? Ou você ficou abatido por causa de uma falta de respeito, de uma crítica de uma figura de autoridade, ou em razão de suas finanças, da falta de amigos, de medos sobre o futuro ou pelo aumento de peso? De modo inverso, o que o alegrou no último mês? Uma reflexão sobre a sua eleição para a comunidade cristã? A alegria de dizer suavemente: "Aba, Pai"? A tarde em que você se retirou durante duas horas, levando só o evangelho como seu companheiro? Uma pequena vitória sobre o egoísmo? Ou as fontes de sua alegria foram um carro novo, uma roupa de grife, um grande evento, o sexo, um aumento salarial ou a perda de meio quilo em seu peso?
Convite à loucura, Brennan Manning
quarta-feira, 12 de março de 2008
COMO CRIANÇAS

“Em Lucas 18 um jovem rico vem até Jesus perguntando o que ele deve fazer para herdar a vida eterna. Ele quer ser colocado no centro das atenções. Não é coincidência que Lucas coloca a passagem de Jesus com as crianças nos versículos que imediatamente precedem a história do jovem aristocrata. As crianças contrastam com o homem rico simplesmente porque não há como discutir elas terem sido capazes de merecer o que quer que seja. O ponto central de Jesus é o seguinte: não há coisa alguma que qualquer um de nós possa fazer para herdar o Reino. Devemos simplesmente recebê-lo como criancinhas. E criancinhas não fizeram ainda coisa alguma. O mundo do Novo Testamento não tem uma visão sentimental a respeito de crianças e não nutre qualquer ilusão sobre alguma bondade inata nelas. Jesus não está sugerindo que o céu é um imenso playground. As crianças são nosso modelo porque não têm qualquer pretensão ao céu. Se estão mais próximas de Deus é porque são incompetentes, não porque são inocentes. Se recebem alguma coisa, tem de ser de presente.”
