
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Meditações para maltrapilhos

quinta-feira, 24 de abril de 2008
segunda-feira, 14 de abril de 2008
A Palavra e a minha trindade
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Seu amor se insinua
sábado, 22 de março de 2008
Porque te amo, Jesus
Porque te amo
Eu não quero estar aqui por obrigação
Eu não quero estar aqui por religião
Eu só quero estar aqui porque te amo
Eu não quero estar aqui pra fazer uma canção
Eu não quero estar aqui pra pedir algo de Tuas mãos
Eu só quero estar aqui porque te amo
Porque te amo eu páro todas as coisas
Porque te amo me prostro diante de Ti
Porque te amo escolho a boa parte
Que é estar aqui
Que é te adorar, Senhor
Que é te ouvir
Que é estar aqui
Porque te amo
Te amo, Senhor
Eu te amo, Senhor
Eu gosto muito desse ministério, creio no compromisso que tem com Deus e com a Igreja Brasileira. Espero que essa oração esteja no meu coração sempre quando eu estiver com um violão ou um teclado e seja cantada por muitos "músicos gospels" que andam por aí.
Peguei a letra no blog da Ana.
sábado, 15 de março de 2008
Reino de Deus
"O "reino" ou "governo" de Deus é o alcance da sua vontade eficiente, a esfera na qual o que ele quer que seja feito é feito. A própria pessoa de Deus e a ação da sua vontade são os princípios organizadores do seu reino, mas tudo o que obedece a esses princípios, por natureza ou por escolha própria está dentro do reino de Deus.
A sua intenção para nós é que aprendamos a entrelaçar o nosso reino com os reinos dos outros. O amor ao próximo, corretamente compreendido, fará isso acontecer. Mas só podemos amar como devemos tendo como meta primordial a integração do nosso governo ao governo de Deus.
Só quando encontrarmos esse reino e nos estabelecermos nele é que nós, seres humanos, poderemos todos reinar, ou governar, juntamente com Deus. Então desfrutaremos de "domínios" individualizados sem isolamento nem conflito. "
terça-feira, 11 de março de 2008
O SERVO-REI
Não havia rei como ele. Todos os estadistas tremiam diante de seu poder. Ninguém ousava pronunciar uma palavra contra ele, pois este rei possuía a força para esmagar todos os oponentes. E, ainda assim, esse poderoso rei derreteu-se de amores por uma moça humilde. Como podia declarar seu amor por ela? Por ironia, sua própria realeza deixava-o de mãos amarradas. Caso a trouxesse ao palácio, lhe coroasse a cabeça com jóias e lhe vestisse o corpo com vestes reais, certamente ela não resistiria - ninguém ousava resistir-lhe. Mas ela o amaria? É claro que diria que o amava, mas amá-lo-ia de verdade? Ou iria viver com ele temerosa, secretamente se lastimando pela vida que havia deixado para trás? Seria feliz ao seu lado? Como ele poderia saber? Caso fosse na carruagem real até a cabana dela na floresta, com uma escolta armada balançando imponentes estandartes, isso também a atordoaria. Ele não desejava uma súdita servil. Desejava uma amante, uma igual. Desejava que ela esquecesse que ele era rei e ela uma moça humilde e que deixasse que o amor partilhado vencesse o abismo existente entre eles. "Pois é somente no amor que o desigual pode ser feito igual", concluiu Kierkegaard.
Esse é exatamente o mesmo problema que Deus enfrenta em sua busca por você e eu: se ele se impuser sobre nós com seu poder, não seremos livres para amá-lo (amor e poder freqüentemente possuem relações opostas). Ainda que mantenhamos nossa liberdade, podemos não amá-lo, mas simplesmente amar aquilo que ele nos dá. O que Deus pode fazer? Veja o que o rei fez:
O rei, convencido de que não poderia fazer a moça melhorar sua condição social sem reprimir sua liberdade, decidiu rebaixar-se. Vestiu-se de pedinte e aproximou-se da cabana incógnito, com uma capa surrada, frouxa, esvoaçando ao seu redor. Não era um mero disfarce, mas uma nova identidade que assumiu. Renunciou ao trono para ganhar a mão dela.
Não tenho fé suficiente para ser ateu de Norman L. Geisler e Frank Turek, citação de Decepcionado com Deus. São Paulo: Mundo Cristão, 2004, 11 ed.,p.103-4
"Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens." Fp 2:5-8
Assumir a forma de um servo humano era a única maneira de ele nos oferecer salvação sem negar nossa capacidade de aceitá-la.
