quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Eterna desgraça
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Meditações para maltrapilhos

quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Mortos que ressuscitam, reinos em ascensão
sábado, 30 de agosto de 2008
Que luta contigo meu coração partilhar?
Arranca-o e reina Tu
Como único dono e Senhor dele!"
"Concede que minha alma
Seja somente do Teu puro amor!
Que esse amor do meu ser inteiro se apodere,
E seja meu gozo, meu tesouro e coroa!
Fogos estranhos, para longe do meu coração remove,
Para que cada ato, palavra e pensamento,
Seja Teu amor a força que os impulsione!"
Explicação clara da Perfeição Cristã, John Wesley
sábado, 17 de maio de 2008
As parábolas do reino
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Coração de Pedra
Ali é o lugar ideal pra quem quiser se esconder e ser mais um na multidão.
Ali é onde os homens se abraçam mas, na hora de pagar o preço, lavam as mãos.
Ali é onde todos se encontram mas acabam se perdendo por achar que são invencíveis.
Ali não há lugar pra tristeza, pra angústia, pra dor ou pra gemidos inexprimíveis.
Deus não habita mais em templos feitos por mãos de homens.
Deus não será jamais acorrentado às paredes de uma religião.
Deus não habita mais em templos feitos por mãos de homens.
Deus não será jamais enclausurado na escuridão de quem ainda tem um coração de pedra.
Ali ninguém conhece a essência, tão somente a aparência de viver em comunhão.
Ali é onde os loucos se entendem, onde os sábios se prendem ao valor da tradição.
Um falso paraíso presente, um fanatismo distante, um cristianismo sem direção.
Ali é onde todos proíbem, onde todos permitem, onde são assim, nem "sim" nem "não".
Que vença, mesmo que haja desavença, todo aquele que repensa na crença da onipresença de Deus.
Sejamos coerentes, transparentes, reluzentes, conscientes, todos crentes que somos os filhos seus.
Na rua, no trabalho, na escola, na loja, na padaria, no posto, na rodovia, na congregação.
Que haja em nós o mesmo sentimento: que Deus habite em nosso coração!
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Um bom feriado
sábado, 26 de abril de 2008
Tempo que foge!
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não vou mais a workshops onde se ensina como converter milhões usando uma fórmula de poucos pontos. Não quero que me convidem para eventos de um fim-de-semana com a proposta de abalar o milênio.
Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos parlamentares e regimentos internos. Não gosto de assembléias ordinárias em que as organizações procuram se proteger e perpetuar através de infindáveis detalhes organizacionais.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de “confrontação”, onde “tiramos fatos à limpo”. Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário do coral.
Já não tenho tempo para debater vírgulas, detalhes gramaticais sutis, ou sobre as diferentes traduções da Bíblia. Não quero ficar explicando porque gosto da Nova Versão Internacional das Escrituras, só porque há um grupo que a considera herética. Minha resposta será curta e delicada: - Gosto, e ponto final! Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: “As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos”. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos.
Já não tenho tempo para ficar dando explicação aos medianos se estou ou não perdendo a fé, porque admiro a poesia do Chico Buarque e do Vinicius de Moraes; a voz da Maria Bethânia; os livros de Machado de Assis, Thomas Mann, Ernest Hemingway e José Lins do Rego.
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita para a “última hora”; não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja andar humildemente com Deus. Caminhar perto dessas pessoas nunca será perda de tempo.
Ricardo Godim, recebi por e-mail, pesquisei e encontrei esse texto.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Reino à mão
entado fazer com que se 'comportassem' - sendo cidadãos tranqüilos de seus reinos terrenos e consumidores ativos com suas economias terrenas - mas não os estimulamos e inspiramos a investir e sacrificar seu tempo, sua inteligência, seu dinheiro e sua energia na causa revolucionária do Reino de Deus. Não, muitas vezes Karl Marx é que estava certo: usamos a religião como uma droga, de modo que pudéssemos suportar as terríveis condições de um mundo que não é o Reino de Deus. A religião se tornou nosso calmante para que não ficássemos tão indignados com a injustiça. Nossa religiosidade, portanto, nos ajudou, e favoreceu os que estavam no poder e que não queriam mais nada além de conservar e preservar a posição injusta que lhes era tão lucrativa e confortável.Jesus: centro

domingo, 20 de abril de 2008
Os trabalhadores são poucos
Algumas citações

sábado, 19 de abril de 2008
Meus eventos espirituais
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Em Cristo ou Impostor?
segunda-feira, 14 de abril de 2008
A Palavra e a minha trindade
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Seu amor se insinua
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Cristãos, apreciadores do Cristianismo ou interessados no assunto tiveram boa notícia semana passada: seis textos desconhecidos de Santo Agostinho (354-430), um dos maiores filósofos e teólogos do Cristianismo, foram encontrados nos fundos da Biblioteca Universitária e Científica de Erfurt, na Alemanha. A notícia não é muito clara se o autor do manuscrito é de fato Santo Agostinho ou um de seus discípulos, mas afirma que o autor das prédicas (que, segundo o dicionário, são “Falas em que se faz exortação moral ou religiosa; PREGAÇÃO; SERMÃO”) é de fato o Bispo de Hipona. O conteúdo dos textos ainda não foi integralmente revelado, sabe-se apenas o que a pesquisadora Isabella Schiller revelou, que uma das prédicas falado do “amor ao próximo em forma de esmola” e dois falam “das festividades dedicadas aos mártires, criticando em uma delas o costume da época de comemorar essas festas com o consumo abusivo de álcool”."

