Um vídeo da campanha dos estudantes de arquitetura para que o ELEA (Encontro Latino de Estudantes de Arquitetura) fosse realizado em Porto Alegre. Ele fala sobre as desigualdades, sobre o que a mídia vende, sobre a nossa visão de mundo, sobre com o que nos importamos e sobre uma revolução, sim, A MESMA REVOLUÇÃO DE JESUS, quebrando tudo aquilo que está engessado e fazendo novo através da renovação da nossa mente! Porto Alegre não foi escolhida a sede do ELEA, mas o vídeo ficou muito bom.
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sexta-feira, 29 de agosto de 2008
sábado, 17 de maio de 2008
As parábolas do reino
O uso criativo por Jesus das parábolas estabelece um exemplo para seguirmos.
1.O sonho de Deus - A idéia de "o sonho de Deus para a criação" serve muito bem.
O chamado para o arrependimento seria o chamado para reconsiderarmos nossos sonhos e para nos darmos conta do fato de serem eles incompletos e até mesmo destrutivos. O chamado à fé seria o chamado para confiarmos em Deus e em seus sonhos, o suficiente para realinharmos nossos sonhos ao de Dues, sonhando nossos pequenos sonhos dentro da realidade do seu sonho maior. O chamado à receptividade seria o chamado a receber continuamente os sonhos de Dues - um processo que, pelo menos em minha experiência, parece durar toda uma vida. O chamado ao batistmo é o chamado para que nos identifiquemos com os sonhos de Dues e para nos desassociarmos de todos os -ismos que rivalizam com eles assim como de todas as ideologias que declaram representar o maior e mais importante sonho de todos (incluindo o nacionalismo, o consumismo, o hedonismo, o conservadorismo, o liberalismo e assim por diante). E, por fim, o chamado à prática é o chamado a aprendermos a viver da forma como Deus sonhou que vivêssemos.
2.A revolução de Deus - Deus está recrutando pessoas para que se unam a um movimento revolucionário de transformação em todos os níveis.
3.A missão de Deus - Uma missão de cura- na qual você é curado de modo que se torne alguém que leva a cura a outros - seria uma metáfora apropriada do Reino de Deus.
4.A festa de Deus - o Reino de Deus é como uma festa de rua para a qual todos estão convidados.
5.A rede de comunicação de Deus - plugadas em comunicação com Deus, de modo que ele possa transferir para elas o que necessitam - não só informações, como também programa antivírus, juntamente com amor, esperança, capacitação e autoridade, propósito e sabedoria.
A rede troca informações ampliando a compreensão e o entendimento de todos os participantes.
6.A dança de Deus - Nós, humanos, interrompemos essa dança, pisamos nos pés de outros dançarinos, ignoramos o ritmo, rejeitamos sua graça, e de uma maneira geral bagunçamos com tudo. Deus, porém, enviou Jesus ao mundo para modelar um estilo d vida para nós ao ritmo da música do amor de Deus. E desde então as pessoas têm sido atraídas pela beleza de seus passos e passaram a entrar novamente na dança.
Grupo que convida todos a participar e que busca ajudar todas as tribos a mantes suas identidades e heranças únicas, enquanto são convidadas a participar da tribo das tribos, na qual todos convivem em respeito mútuo, em harmonia e amor - porque Deus é o chefe tribal universal que criou e ama a todas as tribos.
citações de A mensagem secreta de Jesus, Brian McLaren
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Reino à mão
"Pode ser que tenhamos pressionado as pessoas a serem boas ou moralmente firmes, corretas ou ortodoxas para que evitassem o inferno após a morte, mas não as inspiramos com a possibilidade de se tornarem lindas e de frutificarem a fim de que a terra fosse curada nesta vida. Podemos tê-las instruído a como ser um bom batista, presbiteriano, católico ou metodista aos domingos, mas não as treinamos, desafiamos ou inspiramos a viver o Reino de Deus em seus empregos, na sua vizinhança, em suas famílias, escolas, clubes ou associações entre um domingo e outro.
Pode ser que tenhamos t
entado fazer com que se 'comportassem' - sendo cidadãos tranqüilos de seus reinos terrenos e consumidores ativos com suas economias terrenas - mas não os estimulamos e inspiramos a investir e sacrificar seu tempo, sua inteligência, seu dinheiro e sua energia na causa revolucionária do Reino de Deus. Não, muitas vezes Karl Marx é que estava certo: usamos a religião como uma droga, de modo que pudéssemos suportar as terríveis condições de um mundo que não é o Reino de Deus. A religião se tornou nosso calmante para que não ficássemos tão indignados com a injustiça. Nossa religiosidade, portanto, nos ajudou, e favoreceu os que estavam no poder e que não queriam mais nada além de conservar e preservar a posição injusta que lhes era tão lucrativa e confortável.
entado fazer com que se 'comportassem' - sendo cidadãos tranqüilos de seus reinos terrenos e consumidores ativos com suas economias terrenas - mas não os estimulamos e inspiramos a investir e sacrificar seu tempo, sua inteligência, seu dinheiro e sua energia na causa revolucionária do Reino de Deus. Não, muitas vezes Karl Marx é que estava certo: usamos a religião como uma droga, de modo que pudéssemos suportar as terríveis condições de um mundo que não é o Reino de Deus. A religião se tornou nosso calmante para que não ficássemos tão indignados com a injustiça. Nossa religiosidade, portanto, nos ajudou, e favoreceu os que estavam no poder e que não queriam mais nada além de conservar e preservar a posição injusta que lhes era tão lucrativa e confortável.O que aconteceria - fico imaginando sentado ao contemplar os magníficos vitrais de uma das catedrais de Praga, Viena, Londres ou Florença - se provássemos novamente as boas notícias de Jesus - não como um calmante, mas como um vibrante, potente e novo vinho que nos enchesse de gozo e de esperança de que um mundo melhor é possível? E se, inebriados por esse novo vinho, lançássemos fora nossa inibição e de fato começássemos a agir como se realmente o Reino escondido, porém real, de Deus estivesse próximo, à mão?"
A mensagem secreta de Jesus, Brian McLaren
para Lila
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segunda-feira, 7 de abril de 2008
De volta à Igreja
O que acho legal é que sempre há alguém, na maioria das denominações, que tenta viver na dependência de Deus, ouvindo sua voz e buscando agradar só o seu coração, não o próprio ego.
Sei que ir à mesma "i"greja não é congregar. Mas, a melhor opção pra mim ainda é freqüentar a "i"greja. Ainda que isso só não baste, é importante pra mim. Me ajuda a conhecer e manter amizades que se desenvolvem no cotidiano. Encontro pessoas que também se questionam sobre o verdadeiro papel do povo de Deus e, juntos, podemos orar e fazer o melhor a respeito.
Sei que ir à mesma "i"greja não é congregar. Mas, a melhor opção pra mim ainda é freqüentar a "i"greja. Ainda que isso só não baste, é importante pra mim. Me ajuda a conhecer e manter amizades que se desenvolvem no cotidiano. Encontro pessoas que também se questionam sobre o verdadeiro papel do povo de Deus e, juntos, podemos orar e fazer o melhor a respeito.
Acredito também que Deus fará a transformação, ou volta ao modelo que ele pensava ao falar ekklesia, nessas instituições e que isso começará por dentro delas (cada pessoa disposta a ver a Igreja de Jesus gloriosa é uma engrenagem no processo) simultaneamente à toda a movimentação de cristãos que não estão inseridos nesse contexto, os que "não congregam". Como característica dessa movimentação é importante dizer não para as "placas" e amar, conviver e trabalhar junto com pessoas que confiem em Jesus apesar do nome e dos detalhes diferentes. Estar disposto a cooperar no Reino de Deus.
Segundo Dallas Willard, duas "coisas que têm obcecado a igreja visível" são justamente a "conformidade exterior à fraseologia dos ensinamento de Jesus a respeito d
os modos de agir em situações específicas; e a confissão da doutrina perfeitamente correta" pois "não proporcionam um trajeto de crescimento e aperfeiçoamento pessoal que normalmente resulte em pessoas aptas a 'ouvir e fazer'. De duas uma: ou esmagam a mente e a alma humanas, separando as pessoas de Jesus, ou então geram legalistas preconceituosos e especialista em teologia, gnte que 'com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim' (Is 29:13). O mundo certamente não precisa de mais gente assim". Concordo com ele.
Assim penso que faço parte desse retorno e, por isso, é importante (para mim, como um chamado específico) estar inserido em uma "i"greja, uma parte da grande Igreja.
A citação, pra variar, é de A conspiração divina. As idéias talvez tenham saído meio fora de ordem ou soltas. É que estou com muito sono e não costumo escrever para leitores. Ficou mais parecido com as idéias que escrevo no caderno das minhas heresias. hauHAUH
Isso aqui eu adicionei depois (dia 08/04/08 as 10:15):
Comecei esse post como um comentário a Volta o cão arrependido... do Thiago Mendanha e ele, ao comentar o meu post, criou um post também, Congregar ou não, eis a questão...
A minha intenção foi escrever sobre mim, a minha função em especial e coisas que eu tenho visto com uma perspectiva minha. hehe Talvez por isso a primeira pessoa. E reconheço os cristãos que "não congregam" (e aí eu uso esse termo não por acreditar que não congregam realmente, mas por ser assim que são conhecidos) como parte fundamental no processo da "volta à Igreja".
sábado, 15 de março de 2008
Reino de Deus
Reino, segundo Alva McClain em The Greatness of the Kingdom, abrange "pelo menos três elementos essenciais: primeiro, um soberano com devida autoridade e poder; segundo, um reino de súditos a ser governados; e terceiro, o exercício efetivo da função de soberania"
"O "reino" ou "governo" de Deus é o alcance da sua vontade eficiente, a esfera na qual o que ele quer que seja feito é feito. A própria pessoa de Deus e a ação da sua vontade são os princípios organizadores do seu reino, mas tudo o que obedece a esses princípios, por natureza ou por escolha própria está dentro do reino de Deus.
A sua intenção para nós é que aprendamos a entrelaçar o nosso reino com os reinos dos outros. O amor ao próximo, corretamente compreendido, fará isso acontecer. Mas só podemos amar como devemos tendo como meta primordial a integração do nosso governo ao governo de Deus.
Só quando encontrarmos esse reino e nos estabelecermos nele é que nós, seres humanos, poderemos todos reinar, ou governar, juntamente com Deus. Então desfrutaremos de "domínios" individualizados sem isolamento nem conflito. "
"O "reino" ou "governo" de Deus é o alcance da sua vontade eficiente, a esfera na qual o que ele quer que seja feito é feito. A própria pessoa de Deus e a ação da sua vontade são os princípios organizadores do seu reino, mas tudo o que obedece a esses princípios, por natureza ou por escolha própria está dentro do reino de Deus.
A sua intenção para nós é que aprendamos a entrelaçar o nosso reino com os reinos dos outros. O amor ao próximo, corretamente compreendido, fará isso acontecer. Mas só podemos amar como devemos tendo como meta primordial a integração do nosso governo ao governo de Deus.
Só quando encontrarmos esse reino e nos estabelecermos nele é que nós, seres humanos, poderemos todos reinar, ou governar, juntamente com Deus. Então desfrutaremos de "domínios" individualizados sem isolamento nem conflito. "
citações de Dallas Willard em A conspiração divina
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sexta-feira, 14 de março de 2008
Vocação original
Já me convenci de que nos próximos posts estarei compartilhando as idéias de Dallas Willard em A conspiração divina. Aos poucos vou citando e comentando esse livro que dá 'uma visão de mundo', 'ajuda-me a ver que os ensinamentos de Jesus são inteligentes, vitais e decididamente práticos' onde o autor fala 'palavras de graça e de misericória para todos nós'.
"A nossa constituição fundamental continua inalterada. Os anseios mais profundos do nosso coração confirmam a nossa vocação original. O nosso próprio ser ainda nos atribui a tarefa de 'governar' nas circunstâncias da vida, sejam quais forem. Se os animais correm risco em algum lugar, por exemplo, as pessoas geralmente acham que devem fazer alguma coisa a respeito - ou pelo menos que alguém deve fazer algo. E ainda nos consideramos como vontade criadora, como pessoas que realizam coisas, constantemente desejosos de gerar valor, ou o bem, de nós mesmos e do nosso ambiente. Somos talvez ávidos demais, em função da distorção de nossa visão e vontade por assumir a responsabilidade pela terra."
Dallas Willard em A conspiração divina
quinta-feira, 13 de março de 2008
O nosso reino
...

Mesmo o menor entre nós tem um "reino" - ou um "governo" - , um domínio que é exclusivamente nosso, onde a nossa decisão determina o que acontece.
Fomos feitos para "ter domínio" dentro de determinada parcela da realidade.
O nosso "reino" é simplesmente o alcance da nossa vontade eficiente. Tudo aquilo sobre que temos legitimamente voz ativa está dentro do nosso reino. E o fato de termos voz ativa sobre algo é precisamente aquilo que o coloca dentro do nosso reino. Ao criar os seres humanos, Deus os fez para governar, para reinar, para ter domínio dentro de uma esfera limitada. Só assim eles podem ser verdadeiramente pessoas.
Deus nos oferece a sua redenção e nos convida individualmente, cada um de nós, a ser fiéis a ele nas poucas coisas sobre as quais realmente "temos voz ativa". Ali, a cada momento, vivemos na interface entre a nossa vida e o reino de Deus no meio de nós. Se somos fiéis a ele aqui, conhecemos a cooperativa fidelidade dele a nós. Descobrimos a eficácia do seu governo conosco precisamente nos detalhes do dia-a-dia.
Quando submetemos a Deus o que somos e onde estamos, o nosso domínio ou governo se amplia.
..
vários trechos de A conspiração divina de Dallas Willard.
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