segunda-feira, 31 de março de 2008

Porque te amo, Jesus (2)

Coloquei um vídeo com a música "Porque te amo", Diante do Trono, já citada em outro post. Eu gostei da letra. A gravação ocorreu no 9º Congresso Internacional e Louvor e Adoração Diante do Trono.

Aqui vai outra canção nova com um vídeo também. Não sei se tem nome, mas no vídeo está "Tu és".

Tu és oásis no deserto
Água fresca num dia quente
Se eu não parar pra beber de Ti
Eu não poderei prosseguir
Tu és o pão que alimenta
Verdadeira comida
Se eu não parar pra comer de Ti
Eu não poderei prosseguir
Tu és a fonte de vida no meu interior
Tu és o pão da vida
Eu viverei por Ti

blog da Ana

Teste de paternidade na farmácia

Quem é o pai? A resposta pode estar na farmácia.
Agora sim, saber quem é o pai já ficou mais fácil e, assim como para verificar uma gestação, o kit do teste de paternidade pode ser comprado em farmácias dos EUA.

"Testes de DNA que permitem verificar a paternidade foram disponibilizados nesta quarta-feira (26) nas farmácias americanas.
O Identigene, um laboratório americano, pôs à venda por 30 dólares em 4.363 farmácias o "Rite Aid" - um exame de paternidade, através da saliva, que é depois enviada por correio para ser analisada, a um custo adicional de 119 dólares. Os resultados são devolvidos nos cinco dias seguintes, por carta, correio eletrônico ou site na internet.
A empresa já testou a venda com êxito destes testes na costa oeste dos Estados Unidos durante três meses. "A demanda foi muito forte, as vendas foram consideradas significativas e o Identigene foi inundado por pedidos de informação de pessoas que queriam encontrar" o kit, informou a empresa em comunicado.
Entre os compradores há muitas mulheres que querem se assegurar da paternidade de uma criança, assim como crianças ou adultos que querem encontrar seus pais.
Os resultados destes testes vendidos sem receita médica não são, de qualquer forma, admitidos nos tribunais em caso de ações judiciais, quando são exigidas provas mais precisas e mais caras."

Worship

Worship is a huge thing.

We look forward to worship every week.

When the music includes one of our favorites, we say, "the worship was great!"

When the music stinks, we yawn and wonder why the worship wasn't very good.

We leave churches because of the "worship style".

Worship is a huge thing.

Have you ever wondered if we're more concerned with what worship does FOR us

and less concerned with the Object of our worship?

It seems like it's more about what we GET not what we GIVE

It would be like taking a gift to a friend's birthday party, but keeping it fo ourselves.

Worship is all about GIVING our lives (again) to God.

Worship is not about the feelings we receive when we sing.

Worship ir not about convincing God to bless us.

Worship is not about whether or not the guitar is too loud.

Worship is not about what's happening on the stage.

Worship is not about entertainmente, lighting, or sound.

Worship is not about us at all.

IT'S NOT ABOUT US!

It's about Him.

And we enter through the gateway of the cross.

At the cross, we surrender

At the cross, we love

At the cross, we cry

At the cross, we dream

At the cross, we give up

At the cross, we shut up

At the cross, we kneel

At the cross, we confess

We look at God, and place Him above all else.

Because He is worth it!

Life gets crazy and painful.

JOB STRESS DIVORCE DEATH ADDICTIONS PARENTING LONELINESS

No one can deny that.

No one is asking you to pretend that those things aren't affecting you.

DON'T PRETEND

You're just being invited to bring that stuff to the cross, and to simply gaze at Jesus. And as you look at Him, allow your response to be...

Worship

Não soube traduzir. Mas gostaria de postar o texto em português também.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Bono e a Graça

Estive lendo uns textos e assistindo uns vídeos onde o Bono, U2, fala sobre a graça, sobre Jesus. Gostei e quero compartilhar aqui no blog.


"É um conceito espantoso que o Deus que criou o universo possa estar buscando companhia, um relacionamento verdadeiro com pessoas, mas o que me mantêm de joelhos é a diferença entre a Graça e Carma. Eu realmente creio que nós saímos da esfera do Carma para a da Graça… Você vê, no centro de todas as religiões está a idéia de Carma. Você sabe, o que você faz retorna para você: um olho por olho, um dente por dente, ou em física - nas leis da física - cada ação recebe uma reação igual e oposta. Está claro para mim que Carma está no centro mesmo do universo. Tenho certeza disso. Entretanto, ao lado vem essa idéia chamada Graça para toda aquela coisa de “você colhe o que você planta”. A Graça desafia a lógica e razão. O amor interrompe, se você quiser, as consequências de suas ações, o que em meu caso, são boas novas de fato, porque eu fiz muita coisa tola… Eu estaria num grande problema se Carma fosse finalmente meu juíz. Eu estaria na m—. Não é uma desculpa pelos meus erros, mas eu estou me agarrando à Graça. Estou me agarrando que Jesus levou meus pecados na Cruz, porque eu sei quem sou, e espero não ter que depender de minha religiosidade. (p. 203-204)

Bono, do U2, em In Conversations with Michka Assayas"



Discernimento x condenação

"Para evitar condenar os outros não precisamos - nem podemos - abandonar a prática, perfeitamente aceitável, de distinguir e discernir as condições das coisas. Podemos, porém, nos habituar a cobrar responsabilidades das pessoas e discutir com elas as suas faltas - até administrar penalidades, caso, por exemplo, sejamos seus superiores - sem no entanto atacar o seu valor de seres humanos nem rejeitá-las. A prática inteligente do amor-caridade possibilitará isso."
"Simplesmete não podemos abrir mão do discernimento, e o próprio Jesus, na segunda metade de Mateus 7, insiste justamente na necessidade de discernir - ou, nesse sentido, de "julgar". Mas precisamos abrir mão, sim, da prátia de condenar as pessoas, e isso não será nem um pouco difícil desde que entendamos claramente o que é condenar, desde que já tenhamos nos livrado previamente da ira e do desprezo."
A conspiração divina, Dallas Willard

Condenação


Dallas Willard fala sobre a condenação e o fato de muitas pessoas, hoje em dia, estarem tão acostumadas com o condenar o outro que não acham possível viver sem fazê-lo.

"Mas, afinal, o que é que fazemos de fato quando condenamos alguém? Ao condenar o outro, na realidade dizemos que ele é mau, extrema e até irrecuperavelmente mau - mau como um todo, e, portanto, reprovável. Aos nossos olhos, o condenado forma entre os refugos da vida humana. Não é aceitável. Nós o sentenciamos à exclusão. Certamente podemos aprender a viver bem e felizes sem fazer isso."

"Se, como muitas vezes dizem os cristãos, somos de fato "diferentes" como seguidores de Cristo, esse é um aspecto que deveria transparecer mais nitidamente em nós. Não devemos condenar, nem devemos "acolher" a condenação a nós dirigida."

"A condenação sempre implica algum grau de hipocrisia e de distanciamento daquele que condenamos."

"A condenação é a trave no nosso olho. Ele sabe que o mero fato de estarmos condenando alguém mostra que o nosso coração não tem a justiça do reino de que ele vem falando. A condenação - especialmente com os seus acompanhamentos mais comuns: a ira, o desprezo e a hipocrisia - nos deixa cegos para a realidade da outra pessoa. Não conseguimos "ver claramente" para ajudar o nosso irmão, pois nem podemos ver o nosso irmão. E jamais saberemos ajudá-lo de fato enquanto não nos transformarmos naquele tipo de pessoa que não condena. Ponto final. "Tirar a trave" não é uma questão de corrigir algo que esteja errado em nós, para então podermos condenar melhor (ou com maior eficácia) os nossos entes queridos."

A conspiração divina, Dallas Willard

quarta-feira, 26 de março de 2008

Motivo do ato

RECONHECIMENTO humano
O desejo de reputação ou respeito religioso imediatamente nos arrasta à justiça dos escribas e fariseus, pois esse desejo sempre se concentra inteiramente nos atos visíveis, e não na origem dos atos, no coração.
Sempre que usarmos, para nós ou para os outros, a perspectiva de reconhecimento como motivo para fazer o que se deve fazer por si mesmo, estaremos usurpando o papel de Deus na nossa vida.
[...], a nossa intenção é determinada por aquilo que queremos e esperamos do nosso ato. Quando realizamos boas obras para ser vistos pelos homens, fazemo-lo porque o que estamos buscando é algo que procede dos homens. Deus reage conforme as nossas expectativas. Quando queremos apenas aprovação e estima humanas, e fazemos o que fazemos só por isso, Deus gentilmente se afasta porque, conforme o nosso desejo, o caso não lhe diz respeito.
A conspiração divina, Dallas Willard